O deputado estadual Pedro Caravina (PSDB) cobrou prazo para que veículos pesados voltem a circular pela ponte localizada no km 205 da MS-040, em Santa Rita do Pardo.
Com a passagem de caminhões bloqueada durante as intervenções no trecho, o parlamentar quer que a concessionária Caminhos da Celulose informe quando a estrutura será liberada e quais medidas podem ser adotadas para reduzir os impactos no transporte de cargas e na produção rural.
O pedido foi encaminhado por meio de requerimento à concessionária e à Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul).
Entre os esclarecimentos solicitados estão as atuais condições estruturais da ponte sobre o Ribeirão Ponte de Pedra, os resultados das avaliações técnicas, os serviços necessários e o cronograma previsto para conclusão dos trabalhos.
Atualmente, barreiras de concreto impedem a passagem de veículos pesados pelo local. Já carros e outros veículos leves circulam pelo sistema de Pare e Siga. A restrição ocorre durante as obras de revitalização executadas pela Caminhos da Celulose nas pontes dos quilômetros 205 e 223 da MS-040.
Com o bloqueio, caminhões que fazem o trajeto entre São Paulo, Bataguassu e Campo Grande precisam utilizar a BR-267 como rota alternativa. Segundo Caravina, a mudança afeta não apenas o transporte de cargas, mas também atividades diretamente ligadas à região, como o transporte de bovinos e o abastecimento de propriedades rurais com insumos.
Ponte móvel provisória
Além de cobrar uma previsão para a retomada do tráfego, o deputado questionou se há possibilidade de adoção de uma solução temporária caso as obras se estendam. Uma das alternativas levantadas no requerimento é a instalação de ponte móvel, provisória ou outra estrutura capaz de permitir a passagem segura de caminhões enquanto a intervenção definitiva não for concluída.
A cobrança também alcança a fiscalização da concessão. A MS-040 faz parte da Rota da Celulose e está sob administração da Caminhos da Celulose. Caravina pediu que a Agems detalhe as medidas adotadas para acompanhar as intervenções e fiscalizar o cumprimento das obrigações da concessionária.
A rodovia é utilizada para o transporte de passageiros, mercadorias, insumos e produção agropecuária. Por isso, a duração da restrição e a falta de uma previsão para a normalização do tráfego passaram a preocupar quem depende do trecho para deslocamento e escoamento da produção.






