Logo no começo, Flávio Bolsonaro (PL) disse que interrompeu a campanha eleitoral diante da “gravidade” do momento político e afirmou que o Brasil estaria passando por um processo de transformação.
Ele criticou o governo do presidente Lula (PT) e acusou a gestão de criar um “desequilíbrio institucional” ao governar, segundo ele, ao lado do ministro STF (Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal).
Moraes é alvo de questionamentos sobre sua relação com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Nesta terça-feira, o STF discute se o magistrado será investigado por mensagens encontradas no celular do banqueiro, que indicam uma proximidade entre os dois.
"O atual presidente dividiu o seu poder com Alexandre de Moraes. E no fim, o Brasil ficou sem presidente nenhum. Sem comando", disse.
Durante o discurso, Flávio também apresentou propostas para um eventual governo.
Entre elas, citou o combate ao crime organizado e afirmou que PCC, Comando Vermelho e milícias seriam declarados organizações “narcoterroristas”.
Na economia, Flávio prometeu redução dos juros e da dívida e afirmou que pretende combater o endividamento das famílias. Flávio também defendeu o fim da reeleição para presidente e disse que, caso eleito, não disputará um segundo mandato.
"Eu mesmo já apresentei um projeto pelo fim da reeleição. Eu não serei candidato à reeleição. Porque assim só terei como compromisso consertar o país. Essa é a minha missão. A reeleição só atrapalhou porque muitos presidentes pensaram primeiro neles e só depois no Brasil. Eu penso e vou pensar sempre no Brasil", colocou Flávio Bolsonaro.





