A ação, segundo o portal G1, ocorre em oito municípios e inclui buscas em duas penitenciárias de Campo Grande.
Batizada de Operação Kathárisma, a investigação apura como integrantes da facção mantinham contato, organizavam suas atividades e controlavam movimentações financeiras. Segundo a polícia, o grupo atuava principalmente na região norte do Estado.
Foram expedidos 24 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Campo Grande, Sonora, Pedro Gomes, Coxim, Aquidauana, Terenos, Corumbá e Anastácio.
Na Capital, os policiais também entraram em duas unidades prisionais. Duas buscas foram realizadas na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira e outra no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, conhecido como Presídio de Segurança Máxima.
As apurações indicam que a organização possuía uma divisão de funções entre seus integrantes, além de mecanismos para transmitir ordens, compartilhar informações e administrar recursos financeiros.
A polícia investiga ainda a ligação entre suspeitos que estavam em liberdade e integrantes recolhidos ao sistema penitenciário, buscando esclarecer como as atividades eram mantidas mesmo com parte do grupo presa.
Até o momento, não foram divulgados os nomes dos investigados nem o balanço dos materiais apreendidos. A operação faz parte das investigações para identificar os responsáveis pela estrutura criminosa e sua atuação em Mato Grosso do Sul.





