Uma campanha propositiva, marcada por abordagens temáticas de real interesse da sociedade. É assim, com esta forma e conteúdo, que o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) conduzirá sua candidatura para senador – e é assim que ele deseja ver os demais concorrentes e partidos num embate democrático e respeitoso, tendo entre seus focos principais os desafios do Brasil e de Mato Grosso do Sul. “Com certeza, a questão do desenvolvimento estadual e o que já se fez neste sentido estarão no centro dos debates e das preocupações dos eleitores”, antevê.
Azambuja fala com propriedade e segurança sobre o tema, tanto em razão dos mandatos que vem acumulando desde 1997 – como prefeito de Maracaju (em duas gestões), deputado estadual, deputado federal e governador (também duas vezes) – como na presidência da Associação dos Municípios (Assomasul) e nas direções partidárias (presidiu o PSDB e agora o PL). À frente da sigla tucana, liderou as vitórias eleitorais mais expressivas da história política local.
Esta bagagem o credenciou a figurar entre as principais lideranças políticas do interior brasileiro, com presença de destaque no movimento municipalista nacional. Tudo isso – afirma – tem a participação decisiva da família e da população, motivações que impulsionaram a decisão de disputar o Senado. Outro estímulo é o resultado do plantio de soluções que fez ao governar o estado, criando programas duradouros e eficazes para superar as crises e retomar o crescimento, hoje consolidado com resultados inquestionáveis.
LUGAR CERTO
Esta semana, Azambuja comemorou mais uma vitória de Mato Grosso do Sul. “É o lugar certo pra trabalhar e viver. Conquistamos a 7ª posição no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, reforçando o protagonismo do estado no cenário nacional. Com pontuação de 64,14, acima da média nacional de 63,40, só ficamos atrás do Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Goiás”, exultou.
Em seus dois governos, ele recorda que os programas de fomento atraíram mais de R$ 70 bilhões em investimentos industriais privados, trocando impostos por empregos. Entre os grandes empreendimentos que vieram fortalecer a economia regional ele menciona a Inpasa, em Dourados, e a NeoMille, em Maracaju (de etanol e derivados do milho); Suzano, em Ribas do Rio Pardo, e Arauco, em Inocência, maiores plantas mundiais de celulose.
“É geração de emprego e de renda para todo mundo. É abertura de amplas oportunidades em todos os setores, diversificação da economia e afirmação de conceitos como a sustentabilidade, a inclusão social, e a estratégia positiva de governança como um poderoso elemento construtor do bem comum. Este é o debate que, acredito, interessa à sociedade e que precisa ser o guia dos programas e compromissos eleitorais”, finaliza.





