Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) afirmou, em entrevistas à Rádio Capital e ao SBT MS, que tem utilizado a atuação internacional do mandato para aproximar Mato Grosso do Sul de investimentos, desenvolvimento econômico e novos mercados.
Segundo o parlamentar, a comissão tem servido como instrumento para conectar o Estado a oportunidades internacionais, especialmente por meio da Rota Bioceânica e dos acordos comerciais firmados pelo Mercosul.
“Eu procuro fazer do mandato das Relações Exteriores uma ponte para trazer benefícios para Mato Grosso do Sul”, afirmou.
Na Rádio Capital, Nelsinho relembrou o evento realizado recentemente em Brasília para apresentar a Rota Bioceânica a representantes diplomáticos de diversos países. O encontro reuniu 47 embaixadores e prefeitos de municípios sul-mato-grossenses que serão impactados pelo corredor internacional.
Durante participação no programa do Tatá, no SBT MS, o senador destacou que a entrada em vigor provisória do acordo entre Mercosul e União Europeia amplia o acesso dos produtos brasileiros ao mercado europeu.
“Mato Grosso do Sul ganha porque abre novos mercados para os produtos daqui. Isso faz a indústria produzir mais, contratar mais pessoas e movimentar a economia”, explicou.
Novas oportunidades
De acordo com o parlamentar, a ampliação das exportações reduz a dependência de mercados tradicionais e cria novas oportunidades para setores estratégicos da economia sul-mato-grossense, como o agronegócio e a cadeia da celulose.
Nelsinho também ressaltou que o Congresso deverá analisar nas próximas semanas o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a EFTA, bloco formado por Noruega, Suíça, Islândia e Liechtenstein. O senador será o relator da proposta, cuja votação está prevista para o dia 9.
Apesar dos temas internacionais, o parlamentar manteve um tom descontraído nas entrevistas. Na Rádio Capital, interagiu com ouvintes e comentou sua participação na final do campeonato de futebol do Rádio Clube. Já no SBT MS, procurou traduzir os impactos dos acordos comerciais para a realidade dos municípios do Estado.
Ao ser chamado de “muito chique” pelo apresentador Tatá por comandar a Comissão de Relações Exteriores, respondeu que continua sendo “o Nelsinho de sempre”, apesar das responsabilidades no Senado.






