O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamanei, está inconsciente, recebendo tratamento médico na cidade de Qom e não participa de nenhuma decisão sobre o regime.
As informações são do jornal britânico The Times, baseado em um memorando diplomático baseado em avaliações da inteligência israelense e americana.
O The Times também observou que as agências de inteligência israelenses e americanas já sabiam há algum tempo do paradeiro do filho do antigo líder supremo, Ali Khamenei, que foi nomeado como novo líder do Irã há algumas semanas.
O Irã convocou nesta terça-feira (7) os jovens do país a realizarem 'correntes humanas' ao redor das usinas de energia para evitar ataques por parte dos Estados Unidos e de Israel.
A afirmação foi feita na televisão estatal por Alireza Rahimi , secretário do Conselho Supremo da Juventude e da Adolescência, após ameaças de novos ataques por parte dos EUA. O apelo, feito durante uma videochamada, foi dirigido a 'todos os jovens, atletas, artistas, estudantes e universitários, bem como seus professores'.
Ele pediu para que eles se reúnam nesta terça ainda nas usinas, defendendo que são 'nosso patrimônio nacional e nossa capital, independentemente de qualquer gosto ou opinião política, pois pertencem ao futuro do Irã e à juventude iraniana'.
Em meio a isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou destruir o Irã inteiro nesta terça (7) se o Estreito de Ormuz não for reaberto até as nove da noite, pelo horário de Brasília. A rota é um importante corredor marítimo, por onde passam cerca de 20% das exportações de petróleo do mundo.
Nessa segunda (6), o governo americano e o regime iraniano rejeitaram um plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão.
O presidente americano disse que, caso não haja um acordo aceitável hoje, todas as pontes e usinas de energia do Irã serão dizimadas em poucas horas.
O presidente Donald Trump disse que não está preocupado se os Estados Unidos forem acusados de cometer crime de guerra ao atacarem alvos civis, como as usinas elétricas.
Para o republicano, o verdadeiro crime de guerra é permitir que um país com líderes que ele considera dementes possua uma arma nuclear.
Em outro momento durante a entrevista coletiva na Casa Branca, Trump disse que, se pudesse escolher, tomaria o petróleo do Irã. Mas ponderou que os cidadãos americanos querem o fim da guerra.
Em resposta, o Exército iraniano chamou as ameaças de Trump de delirantes e disse que elas não vão compensar a vergonha e a humilhação dos Estados Unidos na região.
O prazo que expira nesta terça-feira (7) é um ultimato que já foi adiado 4 vezes pelo presidente americano desde 21 de março. (Com CBN)






