O TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) absolveu uma mulher que mutilou o pênis do companheiro, identificado como Everton Amado da Silva, de 47 anos, após suposto caso de abuso sexual contra a própria filha.
A mãe foi considerada inocente pelo júri popular, composto por quatro homens e três mulheres.
Ela era acusada de homicídio qualificado, destruição de cadáver e corrupção de menor.
O crime aconteceu em março de 2025, no bairro Taquaril. Everton mantinha relacionamento com a filha e, segundo a denúncia, no dia do crime, a mãe teria colocado um remédio sedativo na bebida e, após o homem adormecer, a mulher teria iniciado uma série de agressões com faca e um pedaço de madeira. Ela teria cortado seu órgão genital e, em seguida, ateado fogo contra o corpo.
A adolescente foi apontada como ajudante do crime.
A ré nega que tenha dopado o homem, mas confirma que o esfaqueou.
Segundo ela, no dia do crime, ele chegou embriagado em casa e, de madrugada, pegou o companheiro sobre a criança, com a calça abaixada e tentando silenciá-la.
A juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti julgou improcedente a denúncia do MPMG, resultando na absolvição da acusada. (Com Jovem Pan)





