Policial

Polícia divulga cartaz com sete suspeitos de ataques ligados a facções em Maracaju

Investigação apura atentados relacionados à disputa entre PCC e Comando Vermelho; denúncias podem ser feitas de forma anônima por telefone






A Polícia Civil divulgou, nesta quarta-feira (28), um cartaz com os nomes e as imagens de sete suspeitos de envolvimento em homicídios e atentados relacionados à disputa entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), em Maracaju, município localizado a cerca de 160 quilômetros de Campo Grande.

Segundo a polícia, os investigados teriam ligação com ataques registrados nas últimas semanas na cidade. A divulgação busca auxiliar na localização dos suspeitos e no avanço das investigações.

Confira os nomes divulgados pela Polícia Civil:

• Carlos Edson Paes, de 29 anos;
• Ismael Mendes dos Santos, de 21 anos, conhecido como “Japa” ou “Chaves”;
• João Victor de Jesus Ribeiro, de 28 anos, conhecido como “Pé na Porta” ou “Visionário”;
• André da Silva Quinhones, de 20 anos;
• Rafael de Souza Ribeiro, de 25 anos, conhecido como “Rafinha”;
• José Carlos da Silva Santos, de 27 anos, conhecido como “Secretário”;
• José Eduardo da Silva, de 29 anos, conhecido como “Bodão” ou “Zinho”.

Suspeito foi baleado no pescoço

Entre os nomes divulgados está Carlos Edson Paes, de 29 anos, que foi baleado no pescoço em 14 de setembro deste ano, em Maracaju.

Na ocasião, após ser atingido, ele teria seguido de motocicleta até o pronto-socorro do hospital para receber atendimento. O veículo foi encontrado com as chaves na ignição e marcas de sangue.

Devido à gravidade dos ferimentos, o homem foi transferido para outra unidade hospitalar em Campo Grande. A Polícia Civil aponta o nome dele entre os investigados por possível envolvimento nos atentados ligados à disputa entre facções.

Como fazer denúncias

Informações que possam ajudar a localizar os suspeitos podem ser repassadas à Polícia Civil pelo telefone (67) 99663-3977 ou diretamente na Delegacia de Polícia de Maracaju.

Segundo a corporação, o sigilo da identidade do denunciante é garantido. Capital News