Política e Transparência

PL amplia força no Senado e terá 28 cadeiras a partir de 2027

Partido elegeu 19 senadores neste domingo e ficará com mais de três vezes o número de cadeiras do PT






O Senado terá uma nova configuração de forças a partir de 2027. Com o resultado das eleições de domingo (4), o PL ampliou sua presença na Casa e passará a contar com 28 dos 81 senadores, consolidando a maior bancada da próxima legislatura.

A legenda elegeu 19 senadores nas vagas que estavam em disputa neste ano.

Atualmente, o partido caminha para encerrar a legislatura com 15 representantes, o que mostra o tamanho da expansão obtida nas urnas.

O PT aparece como a segunda maior bancada. O partido elegeu seis senadores e terá nove cadeiras no total a partir do próximo ano. Na sequência aparecem MDB, com oito parlamentares, Republicanos e PP, ambos com seis, além de União Brasil e PSD, com cinco senadores cada.

O crescimento do PL foi impulsionado também por estados onde o partido conseguiu conquistar as duas vagas disponíveis. Isso ocorreu no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina.

Em MS, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar garantiram as duas cadeiras em disputa pelo partido. No Distrito Federal, foram eleitas Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. Santa Catarina também terá dois representantes do PL entre os novos senadores, Carlos Bolsonaro e Carol de Toni.

A mudança na composição ganha peso porque, neste ano, estavam em disputa dois terços do Senado. Ao todo, 54 das 81 cadeiras foram submetidas ao voto popular. Diferentemente dos deputados, que cumprem mandatos de quatro anos, os senadores permanecem no cargo por oito anos.

Os outros 27 senadores possuem mandato até 2031 e, por isso, não participaram da disputa por uma cadeira neste ano. A posse dos eleitos está marcada para 1º de fevereiro de 2027.

A nova distribuição partidária terá impacto direto nas votações e negociações políticas no Senado durante a próxima legislatura. Com 28 integrantes, o PL sozinho ocupará pouco mais de um terço das cadeiras da Casa, enquanto as demais vagas estarão distribuídas entre outras 12 legendas e um senador sem partido. (Com R7)