Política e Transparência

Eleito senador, Azambuja prioriza ferrovia e mudanças tributárias em Brasília

Ex-governador aponta infraestrutura, saúde e impactos da reforma tributária entre os temas que pretende defender no Senado






Eleito senador por Mato Grosso do Sul neste domingo (4), Reinaldo Azambuja (PL) já sinalizou quais pautas do Estado pretende levar para Brasília a partir de 2027. Entre os temas estão a expansão ferroviária, os efeitos da reforma tributária e o financiamento da saúde pública.

A infraestrutura aparece entre os principais pontos da agenda. Azambuja defende o avanço da malha ferroviária como alternativa para melhorar o escoamento da produção de Mato Grosso do Sul, Estado que vem ampliando a participação do agronegócio e da indústria na economia.

Outra frente será a reforma tributária. O tema ganha peso para Mato Grosso do Sul diante das mudanças na cobrança de impostos e dos possíveis impactos para estados produtores e municípios.

Na saúde, a intenção é discutir o financiamento do SUS (Sistema Único de Saúde), especialmente a divisão de responsabilidades entre União, estados e municípios.

De governador a senador
Azambuja chega ao Senado depois de comandar Mato Grosso do Sul por oito anos. Ele foi eleito governador em 2014 e reeleito em 2018, encerrando o segundo mandato no fim de 2022.

Antes de chegar ao Governo do Estado, também passou pela Câmara dos Deputados, pela ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) e pela Prefeitura de Maracaju.

Na eleição deste domingo, Azambuja conquistou uma das duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado. Capitão Contar (PL) ficou com a outra cadeira, garantindo ao partido os dois postos em disputa.

Os novos senadores terão mandato de oito anos, entre 2027 e 2035. A posse está prevista para fevereiro do próximo ano.