A 15 dias das eleições, o governador e candidato à reeleição Eduardo Riedel (PP) concentra a agenda de campanha em três municípios do sul de Mato Grosso do Sul. A programação começa pela manhã em Dourados e termina à noite em Ponta Porã.
Entre 8h e 12h, Riedel participa de reuniões e outros compromissos com apoiadores em Dourados.
A cidade também recebe neste sábado agendas de outros candidatos ao Governo do Estado, que intensificam as atividades no interior nesta reta final da campanha.
À tarde, o candidato segue para Itaporã. A partir das 14h, participa de uma carreata com apoiadores pelas ruas do município.
O último compromisso está previsto para as 19h, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. No município, Riedel encerra a programação do dia com uma reunião com apoiadores.
Riedel mantém liderança nas pesquisas
Riedel aparece na primeira colocação nos principais levantamentos divulgados até agora sobre a disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul, embora os percentuais variem de forma significativa entre os institutos. Pesquisa Novo Ibrape divulgada no dia 14 mostrou o candidato com 50,2%, contra 13,1% de Fábio Trad (PT), enquanto a Real Time Big Data registrou 42% para Riedel e 26% para Trad.
Levantamento do Instituto Ranking divulgado neste sábado também colocou Riedel à frente, com 49% das intenções de voto. Fábio Trad aparece com 19,5%, seguido por Delcídio do Amaral (PRD), com 11%. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 14 e 18 de setembro e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Primeiro turno
Algumas pesquisas apontam cenário em que a eleição poderia terminar ainda no primeiro turno. No levantamento Ipems divulgado no último dia 12, Riedel registrou 57,7% das intenções de voto e 69,3% quando considerados apenas os votos válidos. Já pesquisa IPR divulgada no fim de agosto mostrou 44,77% no cenário estimulado e aproximadamente 58,3% entre os votos válidos já definidos.
Apesar da liderança, os levantamentos apresentam diferenças relevantes entre si e representam fotografias do eleitorado nos períodos em que as entrevistas foram realizadas, não resultados antecipados da eleição.






