Representantes do comércio e do varejo levaram à Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), uma carta-compromisso com reivindicações do setor para os próximos anos.
O documento, apresentado pela FCDL-MS (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso do Sul), reúne mais de 20 entidades.
As propostas são direcionadas aos candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul, Senado e Câmara dos Deputados e têm como foco a gestão de 2027 a 2030.
Entre as principais cobranças estão maior participação do comércio nas decisões do poder público, diálogo com o setor e igualdade de tratamento nas políticas de desenvolvimento econômico.
Durante discurso na tribuna, a presidente da FCDL-MS, Inês Santiago, defendeu que o crescimento registrado no Estado também se reflita no comércio e na renda da população. Segundo ela, os investimentos no agronegócio e na indústria precisam alcançar outros setores da economia.
“Não queremos disputar espaço, mas precisamos fazer uma reflexão importante: onde está essa riqueza? Onde ela se transforma em qualidade de vida e desenvolvimento às pessoas?”, afirmou.
A entidade também defendeu maior apoio aos pequenos e médios negócios e argumentou que o fechamento de empresas provoca perda de empregos, renda e movimentação econômica nos municípios.
O manifesto tem assinaturas de entidades ligadas ao comércio, serviços e setores produtivos, entre elas CDL Campo Grande, Abrasel-MS, Sindicato Rural de Campo Grande, Secovi-MS, CRC-MS, CAU-MS, CRA-MS, Creci-MS e Sindicato dos Supermercados de Campo Grande.





