A informação é nova porque a investigação passará a abranger especificamente dados ligados ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), extraídos de outro inquérito sob relatoria de Mendonça.
O inquérito ao qual os novos fatos serão incorporados foi aberto por decisão de Mendonça em janeiro e formalmente instaurado pela PF em 20 fevereiro. Inicialmente, a apuração tinha como foco vazamentos relacionados à Sem Desconto, que investiga a Farra do INSS.
Agora, o procedimento também passará a investigar a divulgação de informações sigilosas sobre Lulinha, após a defesa do filho do presidente apontar a ocorrência de novos vazamentos.
Segundo apurou a coluna, as informações teriam sido retiradas de um inquérito instaurado no fim de julho para apurar fatos envolvendo Lulinha e também relatado por Mendonça.
A determinação representa uma ampliação da investigação já conduzida pela PF, e não a abertura de uma nova apuração.
Com a decisão, proferida nessa quinta-feira (20) e divulgada nesta sexta-feira (21/8), a corporação deverá identificar quem tinha acesso original ao material sigiloso relacionado a Lulinha e como as informações chegaram à imprensa.
Mendonça ressaltou que os jornalistas responsáveis pelas reportagens não devem ser investigados e determinou a preservação do sigilo da fonte.





