O dólar operava perto da estabilidade ante o real nos primeiros negócios desta terça-feira (11), enquanto investidores digeriam a ata da última reunião do Banco Central e avaliavam novos dados de inflação no Brasil.
Às 9h31, o dólar à vista caía 0,04%, perto da estabilidade, a R$ 5,1070 na venda.
Na véspera, o dólar à vista fechou o dia em alta de 0,52%, aos R$ 5,1107.
Na ata do Copom, divulgada mais cedo nesta terça, o Banco Central fez alertas sobre eventual disseminação de efeitos indiretos de choques relacionados aos preços do petróleo e a efeitos climáticos, o que demandaria "reação firme" da política monetária, demonstrando também preocupação com uma inflação pressionada pela demanda em meio a medidas de estímulo adotadas pelo governo.
Pouco depois, o IBGE informou que o IPCA teve variação positiva de 0,07% em julho, contra expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,03%. Em 12 meses, o índice passou a acumular alta de 4,44%, ficando abaixo do teto da meta.
Os investidores nacionais aguardam ainda a divulgação às 11h pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) de pesquisa com o cenário da disputa para a Presidência.
Enquanto isso, no exterior o dólar tinha pouca variação, conforme predominava o impasse entre Estados Unidos e Irã sobre um acordo de paz e a reabertura do Estreito de Ormuz, o que elevava os preços do petróleo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu na segunda-feira às condições apresentadas por Teerã para um acordo de paz com suas próprias exigências.
Ele pediu que o Irã pague indenizações às pessoas mortas em guerras, ataques e protestos, o que pode complicar os esforços para reabrir a importante via marítima.
Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de setembro. (Com CNN)





