Na Convenção do PL, ao ser recebido com uma impressionante saudação do grande público, o ex-governador e presidente regional do partido, Reinaldo Azambuja, recebeu a homologação de sua candidatura a senador dizendo-se com sentimentos renovados de responsabilidade e de confiança nos ideais que empunha ao longo de sua trajetória política.
Ele destacou suas preocupações com a redução da pobreza, o aumento dos investimentos, o crescimento econômico, a expansão regional da saúde, a qualidade na educação e o desenvolvimento sustentável.

Disse que esta são razões que motivaram a aproximação e a união dos partidos que se somaram para dar, com apoio do povo, mais quatro anos ao governador Eduardo Riedel (PP). Ele apresentou a composição das chapas como resultados da convergência em torno da continuidade administrativa estadual: “Aqui não tem divisão. Não tem Nelsinho, não tem Reinaldo, não tem Contar. Nós somos um só e vamos trabalhar para vencer as eleições”, avisou. “Formamos uma unidade com o propósito de continuar o trabalho por meio da reeleição do governador Eduardo Riedel”, acrescentou: “Esta é construção política com P maiúsculo. É política que soma, não é a política que subtrai ou diminui. Que este exemplo possa irradiar para o Brasil”, desejou.

Municipalismo
Prefeito duas vezes (de Maracaju), deputado estadual, deputado federal e governador em dois mandatos, Azambuja reitera o seu pendor municipalista, para assinalar que no Congresso Nacional estará na linha de frente para fortalecer e criar medidas de fortalecimento das cidades, por meio de um novo pacto federativo. Disse que esta é uma das ideias que unem os nove partidos que estão no palanque de Riedel.

Um dos construtores da solução de unidade visualizada durante a convenção, Azambuja destacou a corajosa iniciativa do senador Nelsinho Trad (PSD), ao trocar uma forte candidatura à reeleição para cristalizar a amplitude da aliança estadual em favor de Riedel e da unidade das forças de direita.
O ex-governador reiterou a expectativa na vitória, antevendo a reeleição de Riedel e das chapas que concorrerão ao Senado e aos cargos proporcionais (deputados federais e estaduais).
Além de um novo pacto federativo, maior autonomia financeira e descentralização de recursos da União para atender estados e municípios, Azambuja defenderá no Senado menos burocracia para liberar emendas e convênios federais, redução do tamanho da máquina pública federal e das taxas de juros e reformas administrativa, tributária e política.
Propõe criar a Política Nacional para os Municípios de Fronteira, votar a anistia para os condenados pelo 8 de janeiro e defender a redução de estruturas do governo federal para destinar mais verbas ao SUS e entes locais.






