Os investimentos do governo de Mato Grosso do Sul no Pantanal trouxeram não somente a inclusão social e econômica das pessoas, mas ao mesmo tempo dotaram o bioma de recursos humanos e estruturais que melhoraram as condições de preservação e enfrentamento dos impactos destrutivos.
Assim o ex-governador e pré-candidato do PL ao Senado, Reinaldo Azambuja, enxerga a situação atual da região e compromete-se com a luta para avançar ainda mais as melhorias já consolidadas.

Antes mesmo de iniciar seu primeiro mandato de governador em 2015, já tinha na mente e no planejamento de gestão estratégica a decisão de dar prioridade aos biomas e às áreas ambientais mais ameaçadas pelos processos de degradação.
O Pantanal teve total atenção, lembra, citando os programas e ações em setores como segurança pública, malha viária, educação, saúde, iluminação e defesa ambiental.
Um desses programas, lançado e iniciado em março de 2021, é o “Ilumina Pantanal”, fruto da parceria construída com o governo federal, por meio do Ministério das Minas e Energia, e a concessionária de Mato Grosso do Sul, Energisa.
A iniciativa previa levar energia limpa e renovável – sistema solar off-grid – a comunidades ribeirinhas, indígenas e produtores rurais em áreas de difícil acesso.
Os objetivos de promover e ampliar a inclusão social e econômica foram alcançados. A energia garantiu luz aos lares de cerca de três mil famílias nas regiões mais remotas do Pantanal sul-mato-grossense, em municípios como Corumbá, Ladário, Aquidauana, Porto Murtinho e Miranda.
Foram beneficiadas, inicialmente, mais de três centenas 300 crianças seis escolas rurais, atendendo mais de 300 crianças. Em doações complementares, mais de 650 geladeiras foram doadas aos moradores.
Inclusão e preservação
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), esse projeto destacou-se mundialmente ao combinar inovação tecnológica com inclusão social e preservação ambiental.
Em 2021, o programa foi escolhido o melhor do mundo na categoria “Projeto Internacional Solar e/ou Armazenamento do Ano” no Solar & Storage Live Awards, na Inglaterra. Em 2025, também foi premiado nacionalmente como modelo de boas práticas.
Azambuja vibra com os resultados do programa e a satisfação dos pantaneiros. Indígenas, ribeirinhos e agropecuaristas ganharam um bem que vai resolver vários problemas normais em áreas isoladas. “O Ilumina Pantanal chegou onde a rede convencional não chegaria”, sublinha. A luz é gerada por painéis solares individuais, sem impactos no ecossistema. “Resolvemos um problema que parecia impossível, lembrando todo o nosso país que preservação ambiental e desenvolvimento podem andar juntos”.
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