O governo federal anunciou uma nova etapa do programa Move Brasil voltada aos profissionais que trabalham com entregas e transporte por aplicativo.
Batizada de Move Brasil – Entregadores e Motoapp, a iniciativa segue a mesma linha do programa para motoristas e taxistas e cria uma linha de crédito para facilitar a compra de motos, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas produzidas ou montadas no país.
Segundo o governo, a medida busca aumentar o acesso desses trabalhadores a veículos próprios, reduzindo a dependência de aluguel e incentivando a renovação da frota utilizada no dia a dia.
A expectativa é viabilizar o financiamento de cerca de 100 mil unidades em todo o Brasil.
Embora ainda não tenha definido um teto oficial para o preço do veículo, a operação apresentada como referência considera financiamento de aproximadamente R$ 21 mil, com parcelas estimadas em cerca de R$ 552 mensais.
Quem pode participar
O programa será direcionado a profissionais que utilizam o veículo como ferramenta de trabalho. Poderão participar entregadores ciclistas e motociclistas cadastrados em plataformas de aplicativo há pelo menos seis meses e que tenham realizado no mínimo 100 entregas ou corridas.
Também entram na iniciativa ciclistas, motofretistas e mototaxistas com CLT {carteira assinada} há ao menos seis meses na mesma empresa. Para os veículos que exigem habilitação, será obrigatória a CNH categoria A.
O programa será operado por instituições financeiras públicas e contará com mecanismos de garantia para ampliar o acesso ao crédito. Entre as condições previstas estão prazos mais longos para pagamento e possibilidade de incluir o seguro no financiamento.
Veículos
Poderão entrar na linha veículos 0km destinados ao trabalho, incluindo modelos elétricos e opções de baixa cilindrada fabricadas nacionalmente. Além do incentivo econômico, o governo também associa a iniciativa à estratégia de estimular a mobilidade urbana e reduzir as emissões no transporte.
Os aprovados poderão ter a chance de financiar um veículo com prazo de pagamento de até 48 meses e carência de dois meses para o início das parcelas. As taxas anunciadas serão de 12,5% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. {Com Blog do Jorge Moraes/CNN}





