A PF (Polícia Federal) rejeitou o pedido de delação premiada do dono do Banco Master, Daniel Vocaro. Em paralelo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) mantém as negociações para firmar acordo de cooperação com o banqueiro.
Na segunda-feira (18), o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a transferência de Vorcaro para uma cela comum na Superintendência Regional da PF no Distrito Federal e suspendeu o acesso dos advogados a qualquer hora do dia.
Quando oficializou o processo de delação premiada, o banqueiro foi custodiado na mesma Sala de Estado-Maior onde o ex-presidente Jair Bolsonaro estava detido.
A transferência de Vorcaro para uma cela comum era indicação de que as negociações de cooperação não avançariam. Em 6 de maio, a defesa do banqueiro enviou nova proposta de delação premiada após a PF e a PGR recusarem o primeiro material de colaboração. A corporação e o órgão entenderam que o conteúdo estava incompleto e não respondia às dúvidas dos investigadores.
O último material produzido por Vorcaro foi entregue às autoridades em um pen drive. A defesa do banqueiro acreditava que a delação irá garantir a sua liberdade. A proposta continha uma série de anexos e sugeriria o pagamento de uma multa bilionária. (Jovem Pan)





