Política e Transparência

"Parlamento e Judiciário não se enfrentam, mas se sustentam", diz Fachin

Em cerimônia na Câmara, presidente do STF afirmou que instituições dependem do "compromisso, caráter e sentido público" para atuarem com harmonia e eficácia






O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, afirmou que o Congresso Nacional e o Judiciário se "sustentam mutuamente" e não devem se enfrentar ou substituir. Nesta manhã, o chefe da Corte participou de sessão solene de 200 anos da Câmara dos Deputados.

"Parlamento e Judiciário não se enfrentam, não se substituem, sustentam-se mutuamente como independentes para serem legítimos e como harmônicos para serem eficazes", declarou Fachin em discurso no plenário.

A defesa de Fachin foi realizada em meio ao desgaste do Supremo envolvendo a atuação de seus integrantes. No Congresso, a oposição pressiona por mudanças nas competências dos ministros da Corte.

De acordo com Fachin, o Supremo garante ao Legislativo o ambiente para exercer a plena representação do povo. Na solenidade, também compareceram os ministros do STF Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

"O Supremo, portanto, vem aqui para associar-se a esta celebração com respeito institucional, reafirmando o seu dever de guardar a Constituição, de assegurar o espaço democrático em que o Parlamento exerce com liberdade a representação do povo. Quando a confiança vacila, a resposta deve ser maior que a dúvida. A resposta deve ser impessoal, firme e republicana", afirmou Fachin.

Para o presidente do STF, o Legislativo e o Judiciário devem atuar juntos e ser os "guardiões" do que chamou de "reserva moral democrática" do país. "O Estado existe para servir. Nunca para se servir. Que esta Casa continue sendo o lugar onde o Brasil se encontra", declarou.

Ainda na chegada à Câmara, Fachin defendeu, em entrevista, que os Poderes independentes e harmônicos "devem se unir" para celebrar a história e a defesa das instituições.

De acordo com Fachin, o Supremo garante ao Legislativo o ambiente para exercer a plena representação do povo. Na solenidade, também compareceram os ministros do STF Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

"O Supremo, portanto, vem aqui para associar-se a esta celebração com respeito institucional, reafirmando o seu dever de guardar a Constituição, de assegurar o espaço democrático em que o Parlamento exerce com liberdade a representação do povo. Quando a confiança vacila, a resposta deve ser maior que a dúvida. A resposta deve ser impessoal, firme e republicana", afirmou Fachin.

Para o presidente do STF, o Legislativo e o Judiciário devem atuar juntos e ser os "guardiões" do que chamou de "reserva moral democrática" do país. "O Estado existe para servir. Nunca para se servir. Que esta Casa continue sendo o lugar onde o Brasil se encontra", declarou.

Ainda na chegada à Câmara, Fachin defendeu, em entrevista, que os Poderes independentes e harmônicos "devem se unir" para celebrar a história e a defesa das instituições. (Com CNN - Brasília)