O estoque de sangue O positivo (O+) chegou a cerca de 20% do volume considerado ideal em Mato Grosso do Sul, levando a Rede Hemosul a convocar doadores para tentar recompor as reservas.
A preocupação é evitar desabastecimento e garantir as transfusões necessárias nos hospitais, principalmente em casos de urgência e emergência.
A situação preocupa porque o O+ é o tipo sanguíneo mais comum entre os brasileiros e, consequentemente, um dos mais utilizados nas unidades hospitalares. O consumo diário elevado exige reposição constante dos estoques.
Diante da queda nas reservas, a prioridade neste momento é receber doadores O+, tanto aqueles que já têm o hábito de doar quanto pessoas aptas que nunca fizeram uma doação.
Segundo a coordenadora-geral do Hemosul, Marina Sawada Torres, a colaboração da população é necessária para normalizar os estoques.
“Estamos com o estoque de O positivo bastante baixo e precisamos muito da colaboração da sociedade. Como é o tipo sanguíneo mais comum, é também o que mais utilizamos no dia a dia dos hospitais. Cada doação faz uma diferença enorme para manter o atendimento em dia. Quem estiver apto, por favor, procure uma de nossas unidades”, afirmou.
Quem pode doar
Para doar sangue, é necessário apresentar documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos e pesar, no mínimo, 51 quilos. No caso de primeira doação, ela deve ocorrer até os 60 anos.
Menores de 18 anos precisam estar acompanhados e apresentar autorização formal do responsável legal. O doador também deve estar em boas condições de saúde, alimentado e hidratado, evitando alimentos muito gordurosos nas horas que antecedem a coleta.
Onde doar em Campo Grande
Na Capital, as doações podem ser feitas no Hemosul Coordenador, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 1.304, região central. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h às 12h.
Também há unidades de coleta anexas à Santa Casa de Campo Grande e ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul.





