A ação teve início após a genitora de uma menina de 9 anos procurar a Delegacia relatando que a filha mantinha conversas pelo WhatsApp com o investigado, nas quais havia pedidos de envio de fotos, mensagens de teor íntimo e a remessa de vídeo do próprio autor em situação de nudez, além de uma chamada de vídeo realizada enquanto a criança tomava banho.
Diante dos indícios de aliciamento e exploração sexual infantil, o SIG realizou diligências, localizou o suspeito e o conduziu à Delegacia para as providências de praxe, sendo lavrado o Auto de Prisão em Flagrante e determinada a apreensão dos aparelhos celulares envolvidos para perícia.





